Não, não são apenas os sinais aparentes da velhice, como cabelos e pêlos brancos que dizem presente, nem a barriga que me obriga a malhar fortemente, evitando que ela mostre todo o seu lípido potencial sempre que me desmazelo um pouco, entre os doces e a cerveja, em alturas que mais parece não haver amanhã.Há outras alturas em que me sinto velho, uma delas é quando as visitas aos cemitérios se tornam cada vez mais frequêntes.
Mas o bom de envelhecer, é rever miúdos que já não o são e perceber que aos poucos se tornam homens e mulheres de bem. E termos tido a sorte de ter qualquer coisa que ver com isso.
Há tantas coisas boas, muitas delas sem idade, eis apenas uma - estórias de amor.

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