29 outubro 2006

Defensores da Vida

Dei umas voltas por aqui, e vi blogues pela defesa do NÃO. Tomara apareçam muitos.

São eles o Razões do Não, o Sou a Favor da Vida, Quero viver e a Despenalização do Aborto.

7 comentários:

Anónimo disse...

e da prisão das mulheres.

Anónimo disse...

A questão do aborto não se resume a um sim ou não. Algumas questões:
- O pai, não tem uma palavra a dizer?
- Os hospitais que actualmente têm listas de espera para cirurgias irão ter capacidade de, em tempo útil, fazer a interrupção da gravidez?
- Os médicos poderão recusar-se a fazer IVG's e recorrerem à objecção de consciência, e depois?
- 10 semanas! Porquê? Uma grande parte das mulheres quando faz o teste já está com cerca de 8 semanas de gravidez, haverá tempo para a IVG? Se a fizer
às 11 semanas já será crime, é justo?
- Os abortos clandestinos (feitos em estabelecimentos de saúde não autorizados ou em "vão de escada") irão acabar?
- a IGV é um acto cirúrgico e tem riscos, valerá a pena corrê-los?
- Atenção a IGV não é, nem nunca será, um método anti-concepcional, pois a concepção já se deu.

Anónimo disse...

Mais duvidas ainda:

A IVG é feita como? um comprimido? Uma cirurgia? Com ou sem internamento?

Quem paga estas intervenções? Os Portugueses em geral ou a mulher?

Para mim estas questões são importantes, levando em conta o que já escreveu aqui o Vizelense, há casais que não conseguindo ter filhos fazem tratamentos de fertilidade pagos pelo bolso deles, parece-me de uma injustiça enorme que o Estado passe a pagar as IVG.

Anónimo disse...

Mais duvidas ainda:

A IVG é feita como? um comprimido? Uma cirurgia? Com ou sem internamento?

Quem paga estas intervenções? Os Portugueses em geral ou a mulher?

Para mim estas questões são importantes, levando em conta o que já escreveu aqui o Vizelense, há casais que não conseguindo ter filhos fazem tratamentos de fertilidade pagos pelo bolso deles, parece-me de uma injustiça enorme que o Estado passe a pagar as IVG.

Anónimo disse...

Porque se fala em "interrupção"? O acto de interromper pressupõe uma continuação. Ora, o aborto não interrompe aquela vida mas sim liquida-a. Esta designação é um eufemismo para banalizar e suavizar um crime!

Anónimo disse...

e quem paga os tratamentos aos drogados e alcoolicos? não somos nós? deixe-se de ser hipócrita maria micas. quem paga aos políticos? quem lhes paga os carros? SOMOS NÓS. quem paga aos bombeiros para levar aos hospitais gente que simplesmente não quer ir de camioneta e chama os bombeiros para ir de ambulância? NÓS

Anónimo disse...

josé silva, já li o seu comentario umas 5 vezes para ver se entendia se o cu tinha algo em comunm com as calças, de feacto não vejo. Aproveito o ensejo para lhe dizer para ir intitular de hipocrita a sua mãezinha, pois ela sim devia ter fechado as pernas na altura de a parir, pois nada se perdia.